Engraçado quando eu digo por aí que liderança é uma "arte". Se você for no Google agora, vai achar um monte de definições sobre pintura, música, estética. Mas no nosso mundo, o corporativo, arte se resume a duas coisas bem práticas: técnica e habilidade. Ninguém nasce com técnica . Pelo menos, eu nunca vi. Técnica exige suor, bater a cabeça na parede, estudar e praticar na trincheira. Já a habilidade até pode ser um talento natural de alguns. Mas veja bem: talento sem desenvolvimento fica ali, parado. Não serve para absolutamente nada. Então, vamos tirar o elefante da sala: liderança não é um dom místico com o qual meia dúzia de abençoados nascem. Acredito que, se você chegou até aqui, já desconfiava disso. Liderar no dia a dia da sua empresa (ou mesmo na sala da sua casa) é ter a capacidade de buscar técnica e desenvolver pessoas para atingir um objetivo. A grande dor de cabeça hoje é: como envolver essas pessoas num mundo onde, aparentemente, ninguém mais quer se compro...
Por: Rogério Oliveira – Arquiteto de Liderança Introdução: O Novo Paradigma da Responsabilidade Executiva Sinceramente, se você, como Diretor ou Sócio, já planejou sua SIPAT com os temas de Alcoolismo, ISTs e segurança física, muito bom. Esse é o alicerce fundamental de qualquer gestão séria que preza pela integridade de seus colaboradores e pelo cumprimento das normas vigentes. No entanto, o cenário que se desenha para 2026 exige mais do que a conformidade técnica básica. Estamos entrando na era da Blindagem Operacional Comportamental . A notícia veiculada recentemente pela Exame (NR-1: o que muda para o CEO em 2026) não é apenas um alerta jornalístico; é a confirmação de uma mudança estrutural na forma como a l iderança estratégica deve encarar a saúde mental e a segurança. Em 2026, os transtornos mentais e as falhas psicossociais serão a principal causa de afastamentos no trabalho. Isso tira a NR-1 da prateleira do RH e a coloca diretamente na mesa de quem decide o futuro do negó...